Água

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Imaginário,

Os trovões rosnavam do céu e as poucas pessoas que se escondiam da chuva e do frio debaixo de seus casacos e guarda-chuvas decidiram correr para uma marquise e se abrigar. Se abrigar do que estava por vir, uma tempestade de fim de inverno. A natureza parecia estar revoltada, mas nada que eles temessem, a vida deles é cheia demais para dar tempo a uma coisa tão comum. Mal sabem eles que a vida fica muito chata quando nada nos causa estranheza. A natureza sempre tenta surpreender, mas os humanos são sempre tão distraídos com suas rotinas obcecantes que não se dão o prazer de perceber.
Alguns olhares em volta e o cheiro de café faziam o lugar perfeito para um abrigo seguro. Sentou-se numa mesa vazia logo a esquerda e pediu um cappuccino, parecia mais apropriado para a ocasião.Tirou as luvas e pôs o casaco na cadeira ao lado. Ficou olhando as gotas de chuva que lavavam a vitrine. Ainda haviam pessoas correndo de um lado para outro na rua, estavam com pressa. Por que tanto medo de se molhar? É só água. Ah se todos tivessem a noção de que somos feitos de água. Não digo que soubessem, mas que se dessem conta. As vezes só a informação não é suficiente.
Com o tempo a cafeteria estava ficando cheia e a chuva parecia enfim ter atingido seu ápice, mal dava para ver o que havia do outro lado da rua. A calçada aos poucos estava sendo invadida pela água que não estava sendo escoada para o esgoto. Nestas situações os bueiros nunca funcionam, se é a população pobre que joga lixo na rua , por que os bueiros ficam entupidos no centro da cidade? Como as propagandas são engraçadas. Deviam mostrar os engenheiros jogando latas de refrigerante pela janela do carro e não uma mãe de família jogando lixo no riacho. Não que um esteja mais certo que o outro, mas as verdades tem que ser ditas em suas totalidades.
Com a lotação do local os lugares vagos foram sumindo e causando até um certo empurra-empurra, com licença entre outros artifícios linguísticos que tem um significado óbvio; falta de espaço. Enquanto isso num canto mais afastado havia um grupo de jovens conversando alegremente.Pareciam não se importar com o que estava acontecendo em volta. O supra-sumo da alienação. Mas alguns minutos depois um deles parou para comentar da chuva e de como estava ficando cada vez mais forte. Olhou na direção das cadeiras da esquerda e encontrou o seu olhar e meio que desviando a atenção da conversa continuava olhando em determinados períodos de tempo. Dizia, nossa que chuva, dizia, é só água, dizia, não tenho medo, e num instante perguntou, você tem? E olhou de novo.
Era um desafio? Que falta de respeito, mal sabia quem era e atirava uma pergunta tão insolente. Óbvio que não era direcionada, mas com certeza afetou a calma que sentia. Isso não podia ficar assim. Levantou-se da mesa deixando tudo o que estava carregando para trás. Andou em direção ao garoto e olhou-o nos olhos. Chegando a metade do caminho se virou para a porta e saiu para a rua. A chuva invadiu sua roupa molhando tudo o que estava vestindo. As gotas eram grandes e pesadas, batiam em sua testa e escorriam pelo rosto, percorriam todo pescoço e sumiam quando chegavam ao peito.
Os cabelos já pingavam de tanta água e a chuva caía no chão com tanta força que levantava lama sujando a barra da calça. Girava em torno de si, pulava e chutava. As luzes foram apagando e o céu estava escuro, não podia enxergar o que acontecia, mas sentia. Os carros pararam com os faróis ligados, os bueiros jorravam, chorava, estava encharcado. Assim era o momento, era gelado mas incontidamente alegre. Sorria ao mesmo tempo. Fora surpreendido. Que felicidade ser homem, ser natureza, ser água.
PS: Os negritos significam parágrafos, porque eu não consegui formatar o texto direito.
Atenciosamente, Srta. Valentim.

Baixo nível

domingo, 11 de outubro de 2009

Imaginário,

    Sinto muito pela falta de cartas, primeiramente. Mas acho que o pior não é deixar de escrever, o pior é escrever e o texto sair tão ruim que ninguém queira lê-lo. Como disse há um tempo atrás, talvez o nível das cartas caia. Sim, o nível caiu. Vou falar sobre twitter. Você não sabe o que é twitter? Não está interessado? Sim, é sobre isso que esta carta fala.
    Na verdade, dissertar sobre a falta de assunto do twitter parece ser um pouco monótono, mas não o é, pois o twitter não passa de um pretexto para falar mal da classe média. Eu explico. Outro dia estive escrevendo no twitter que não aguentava mais ler o que os pseudo-intelectuais twitteiros escreviam, e isso também serve para alguns blogs, porque o nível do assunto é intelectualmente baixo. Realmente fiquei revoltada ao ver que as pessoas preferiam falar sobre futilidades ao invés de escrever algo relevante como quando pessoas inteligentes debatem ideias chegando a uma conclusão. O problema, não só do twitter mas da classe média, é que eles falam uns pros outros e ou ninguém entende ou ninguém escuta.
   Classe média esta que adora falar mal de si mesma e é aclamada por todos como se a verdade absoluta fosse se auto-criticar e rir disso sem haver nenhum debate. Não digo que a auto-crítica seja ruim, ela serve para denunciar traços ruins da sociedade e com isso corrigi-los,  mas o que me comove são os aplausos. Parece um bando de macacos agitados por causa de um espelho de aumento. Uma coisa é criticar e outra é tomar a crítica como verdade e não repensar o assunto. O que a população costuma fazer muito é ler uma informação, entender o que leu e esquecer dois minutos depois ao atualizar a página. Literalmente a informação entra por um ouvido e sai pelo outro.
   O twitter é a cara da classe média, é uma pequena parcela da população brasileira tentando mostrar a si mesma que é interessante e que pode ficar famosa com isso. O pior é que outras pessoas, também da classe média e de nível intelectual baixo, acham que o twitter é interessante e dão credibilidade ao veículo de informação, quando na verdade o twitter só se trata de um mundinho a parte onde as pessoas acham que são relevantes.

PS: O texto não foi corrigido, portanto pode haver erros de ortografia e/ou digitação.

Atenciosamente, Srta. Valentim.

A sensação

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Imaginário, 
  
    Só saia. Saia do verbo sair. Só saia. A noite está linda, um céu estrelado, parece fevereiro. Como é bom morar perto da praia e todos os dias ter que ir até ela. É bom. Muito bom. Um cheiro de mar misturado com um aroma de peixe frito com camarão, mesmo que não seja você que esteja comendo, sempre se tem uma sensação agradável em passar perto destes odores. É um aviso de que uma nova estação chegou, um gosto de salada fresca, uma confortável sensação de liberdade. Da brisa do mar acariciando o rosto. Um azul tão límpido que não se sabe se é mar ou céu. As verdes serras se misturando a luz do sol e o barquinho que parece fazer parte da natureza de tão lindo. É uma pintura móvel, é um ardor na pele que a maresia acalma. Uma sensação paradisíaca. Uma vontade de se entregar e estar lá. Somente lá.
     E a noite cai e nada se esvai. Eu comecei a falar da noite e é dela que eu vou tratar porque a noite do Rio é incomum. Não é um daqueles filmes de tiroteio e miséria. É o Rio. A paisagem é o Rio. As estrelas brilham com tal confiança que parecem que sabem que vão ser contempladas junto ao mar, agora negro , refletindo o brilho delas. As estrelas. Belas estrelas. A noite é quente, mas a brisa mais uma vez vem refrescar os amantes da cidade. Quem ama essa cidade não perde as noites de verão. A natureza não é só bonita ela causa um sentimento de carnaval misturado com libido e liberdade, tudo é tão...deslumbrante. É bonito, é muito bonito. Confortável, inesquecível. Tocante o prazer que se sente em contemplar tal beleza. Em estar nela, fazer dela sua, participar daquilo tudo, ser parte daquilo tudo.
    Nessas situações é que uma jovem morena de longos cabelos negros se entrega a um jovem homem forte que talvez tenha um dragão tatuado no braço, mas eles não fazem o que se suspeita. Eles estão na areia, rolando. Rindo talvez, grunhindo e dando pequenos beijos. Não parecem se divertir tanto, mas estão lá com os corpos juntos com breves movimentos de mãos, como se dissessem, aqui não, aqui estamos nós. Eu não gosto desse Rio. É gosto de tragédia, de discussão. Promiscuidade. Casada, sim. Muito comum achar-se que no paraíso tudo pode. Mulher brasileira era a india. Hoje não temos mais indias. Temos pessoas que acham viver numa cidade civilizada. Ela morre nos seus braços após ele constatar que estava sendo traído. Muito comum numa cidade que parece o paraíso. Talvez o seja, não pelas pessoas, mas pela paisagem.

Madê.III

sábado, 19 de setembro de 2009

Imaginário,

...irada em si posto que todas as lembranças entraram em ebulição o mesmo tempo. Era exato, era cruel. Rasgava-se por dentro, as garras da ira tomavam seu corpo fazendo rasgos na pele, deixando expostas as víceras e tornando o momento irreversívelmente trágico. Não se tratava de apenas um julgamento, era uma vida. Não era o rumo de uma vida ou era vida ou era nada. Sim ou não. As questões postas a mesa viravam-se contra ela e aquilo estava queimando o seu cérebro. O estomago rosnava, não de fome, mas de raiva. Tinha febre.

Grata, Srta. Valentim

Madê.II

Imaginário,

_E me disseram que é no futuro que guardamos nossos sonhos, além disso é lá que depositamos as esperanças e elas vão se multiplicando com o passar do tempo. A menos que se estipule uma data para a retirada, aí então, por serem abstratas, as ideias fogem e não se realizam. E aí fica-se com o nada. Não é que o nada seja a ausência de sentimento, o nada que me refiro é ausência dos sonhos e isso não é bom. Não, com certeza não é. Porque as esperanças apodressem dentro da pessoa e ela fica com aquele gosto amargo na boca, um nó se forma na garganta e as vontades morrem. É como precisar gritar e não poder. É uma coceira no âmago, sabe, bem aqui. Um vomito falso contido. A angústia mata Madê, ela mata.

Atenciosamente, Srta. Valentim.

A recursividade do bom dia.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Imaginário,

O "bom dia" não é um cumprimento habitual meu. Porque não acho que se deve dizer "bom dia" todos os dias sem que o realmente queira fazer. Frases prontas não são sinceras, são meios típicos de se cumprimentar alguém a quem se queira fazer perceber.
Não, o "bom dia" automático nunca é um desejo de bons momentos para a pessoa a quem se dá as palavras. As pessoas dizem "bom dia" porque ao entrar em algum lugar elas querem ser percebidas e para isso utilizam-se de tal frase pronta como se dissessem; Ei! Eu cheguei.
Mas o que realmente me faz não usar frases prontas é a impressão de rotina. Você começa o seu dia dizendo; Olá, bom dia! e quando a noite for se lembrar do que vez durante o dia você vai dizer a si mesmo; Entrei no recinto e disse: Olá, bom dia! E no dia seguinte vai deitar na cama e se lembrar de novo do cumprimento fazendo com que a vida vire uma sucessão de repetições. Não é isso que eu quero para mim.
Se hoje alguém me perguntar o porque de eu não querer ser professora talvez eu diga, por pura educação, que não tenho talento para o magistério, mas o motivo real é o medo do cotidiano, medo de que a minha vida seja dar as mesmas aulas durante anos para o mesmo tipo de alunos. Um ciclo de desesperança onde poucas coisas surpreendem. Não quero que a minha vida seja reduzida a simples "bom dia" a toda manhã, muito menos falar esta frase para as mesmas pessoas. Prefiro viver no incerto. Hoje é "olá!" amanhã pode ser "oi" e talvez um dia, por motivos arbitrários eu diga "carpe diem". Soa mais prosaico.

Atenciosamente, Srta. Valentim.

Madê

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Imaginário,

Quase como se pudesse tocar a nostalgia presente no local sentiu que deveria sair dali. Tais recordações não fariam bem a ela. Quando a razão toma conta da mente os sentimentos puros são banidos e só ficam os maus. Qualquer coisa que aflorasse sentimentos não era uma boa alternativa.
_Você se lembra de algum detalhe importante? Perguntou o policial.
Ela não teve a ousadia de responder. Ficava olhando para o teto, buscando as velhas rachaduras que na infância apontava como toca das formigas. Lembrava de todos os momentos em que estivera ali. Era um corredor estreito de chão de madeira com paredes floridas pintadas com um verde sujo. A escada a direita ainda tinha o mesmo carpete cinza e corrimão de madeira talhada. Sem perguntar se podia, seguiu em frente passando pela porta da sala de jantar. No final havia a cozinha agora reformada com ares de século vinte e um. Buscou uma cadeira e sentou-se para admirar as mudanças feitas pelo novo inquilino.
_Como puderam trocar uma cozinha toda de madeira por uma de alumínio barato?
As lembranças vinham rápido como se estivessem em uma carruagem e se infiltrassem no seu cérebro. Era uma menina de longos cabelos negros. Parecia dançar na frente dela. Veio até a mesa pegou um pedaço de bolo e se sentou junto a Madê. Estava de vestido verde musgo combinando com os olhos. Ela balançava as pernas enquanto se deliciava com o doce sabor do chocolate. Então veio um menino magricela com cabelos loiros e olhos castanhos. Passou por ela com um gato malhado nas mãos e disse;
_Vou dar banho nele no quintal, vem comigo?
Madê podia sentir o toque da mão de seu irmão mais velho no seu braço.
_Não, eu vou ficar esperando o papai, disse a menina.
Ele saiu e ela ficou ali por alguns minutos olhando para o bolo.
_Maria? Lembra de mais alguma coisa? Voltou a perguntar o policial.
Revolta nas suas próprias lembranças Madê se levantou e saiu em disparada para a porta. Não era uma boa ideia namorar um policial, muito menos um que queira solucionar o seu passado.

continua...

O começo de uma saga

Imaginário,

E aí que pensar que tudo é fácil é muito normal quando se faz uma faculdade onde a principal responsabilidade é ler. Nem escrever você precisa, a única pergunta que o professor faz para você é; Você gosta de ler? Juro. Escutei isso umas cinco vezes na primeira semana. Será que eu tenho cara de burra?
Me chamaram de nerd uma ou duas vezes, achei interessante porque esse é um fato novo. Devem ser os óculos. Mas é bom parecer nerd porque quando o professor for ler a sua prova ele vai dizer; "Não, ela não errou a questão. Ela é nerd, ela só esqueceu a resposta. Meio certo!" Gosto da ideia de parecer inteligente.
Mas a verdade é que eu sou essencialmente esperta. Inteligente talvez um pouco, mas esperta com certeza. Gosto de ser competente e a competência exige esperteza. Veja, se eu não fosse esperta já teria colocado lentes de contato só por ser chamada de nerd fazendo com que eu fosse só mais uma aluna sem cérebro na sala.
Digo que não sou tão inteligente porque se fosse já teria terminado de ler uma pilha de xerox que os professores passaram, mas eu prefiro ler no ônibus indo para a faculdade. Quê burrice achar que eu iria gostar de ler todos aqueles textos teóricos e ainda ter paciência para ler um romance e me distrair.
Mas assim eu sigo, na saga da pseudo-escritora que não sabe direito onde vai chegar, mas sabe que quer fazer alguma coisa parecida com o que costuma fazer nas horas vagas, escrever.

Atenciosamente, Srta.Valentim.

Escrever alguma coisa

Imaginário,

Escrever é um hábito e eu sei muito bem disso. Ler também é e ultimamente tenho lido mais do que escrito. Nada que não possa ser corrigido a tempo. Primeiramente, boa noite. Não que seja noite para você, mas para mim é e hoje é importante eu escrever isso. A noite eu fico com sono e uma mudez me invade. Por isso escrevo esta carta a noite, é um jeito de dizer que não consigo falar. Boa noite.
Estive pensando carinhosamente neste blog. Talvez ele mude mais um pouco. Não no template, mas em estrutura. Como você pode perceber o twitter agora está no Almoxarifado e provavelmente outras coisas poderão sair daqui também. Estive lendo uns blogs interessantes e eles se encontram na barra ao lado, fique a vontade para lê-los.
Outro dia desses decidi seguir a Twittess, uma mulher que sustenta um twitter com muito mais que mil seguidores. Não que eu esteja querendo aparecer ou coisa do tipo, mas ela foi a primeira pesoa que me seguiu e achei isso muito gentil da parte dela. Decidi então segui-la para retribuir o bem feito. E agora ela está me seguindo. Só que, meu caro, eu não sabia que umas quinze pessoas desconhecidas viriam a me seguir por causa deste fato. Esta carta é um aviso. Eu não sou amiga da Twittess, eu não conheço a Twittess, nem pretendo ser como ela. Parem de me seguir achando que vão ficar famosos com isso.
Como diria um blogueiro, que considero amigo meu, Sr. Bastos; quer fazer amigos entre no Orkut.


Atenciosamente, Srta. Valentim.

Das bobagens

Imaginário,

E aí que eu já fiz besteiras. Sim, óbvio. Eu sei que você já previa isso, mas quando que eu não faço uma bobagem? Primeiro eu saí de sala antes de aula terminar e não ouvi que o professor tinha pedido para eu ficar, também o professor tinha que falar baixo?! Sim, eu consegui dar um fora no professor, mas em compensação estive nas duas palestras dele. Não estive na terceira por um simples motivo; ele é mau. Primeiro ele levou os CALOUROS para assistir uma palestra TODA em inglês, lembrando que a maior parte dos alunos não domina a língua. Depois mandou a gente ver um filme que conseguiu superar em tristeza "Um amor para recomeçar", e veja, isso é muito difícil. Você acha que eu teria coragem de ir na terceira palestra? Eu não seria tão louca.
Depois veio a professora, que eu prefiro não dizer o nome porque ela pode estar lendo esta carta. Não, eu não a ignorei, mas mandei um e-mail carinhoso dizendo que não estava recebendo os e-mails dela. E-mails estes que continham os trabalhos valendo nota que eram para ser feitos. Alias se a professora estiver lendo favor mandar os trabalhos para mim, sem discriminação, ok? Além de tudo, ainda estou ficando sem dinheiro para pagar tantas cópias de livros. Se você estiver sabendo de algum bom emprego favor me informar.
No mais talvez eu vá a Bienal do Livro. Se eu for mando fotos para o Almoxarifado.

PS: Estou procurando um novo template.

Abraços da sua amiga,

Srta. Valentim.

Pós-escrito

1- Este blog trata somente do meu ponto de vista.
2- Este blog não tem fins lucrativos, ainda.
3- Não existem propagandas neste blog a menos que eu queira.
4- Este blog só tem um autor.
5- Este blog obedece ao regime autoritário, não democrático.
6- Não sou responsável pelo que outrem venha a escrever na área de comentários
7- São proibidos palavras chulas e alguns termos estrangeiros, esse blog é purista.
8- Nem sempre o que é escrito é verdade posto que verdades e mentiras não existem, são palavras muito relativas.
9- Os comentários são moderados para serem corrigidos, NENHUM comentário é apagado apenas RE-ESCRITO.
10- Propagandas de outros blogs devem ser feitas através de um E-MAIL e eu farei um post falando do referido blog.