Imaginário,
E lá estava eu no Cinema da UFF, sabendo que daqui a um mês terei posse de uma magnífica carteira de estudante da Universidade Federal Fluminense, sentadinha e preparada para assistir a um filme nacional. Sabe, normalmente eu não pago para assistir um filme nacional no cinema porque o cinema nacional é uma droga e além do mais eu poderia ter esperado até agosto porque assim eu não teria que pagar pela entrada, mas como eu não tinha nada melhor para fazer, fui.
Por que eu não gosto do cinema nacional? Não sei o que acontece com os roteiristas e diretores latino-americanos, mas parece que eles pensam que para o filme ser bom tem que ter sexo e muita mulher pelada. E eles não se contentam com uma cena com pouca nudez. Eles gostam do que é explícito. A mulher não fica nua, ela fica pelada. Daqui a pouco vai dar pra ver a alma dela. O sexo não é romântico, é pornô de beira de estrada. E para eles filme bom tem que ter cortes “artísticos”. Mal dá para entender a história de tão desconexa é a montagem das cenas. Na minha opinião, o melhor filme brasileiro que eu já vi é “Tropa de elite” e você sabe porquê? Não tem mulher pelada, meu caro. E o Capitão Nascimento é másculo! Adoro! Eu não quero saber se as população precisa dar crédito para o cinema nacional. Ninguém quer pagar para ver um filme mal feito no cinema é melhor comprar o dvd piratão. VIVA A PIRATARIA!
Fui assistir um filme chamado Budapeste e após o término concluí por seis argumentos que eu perdi o meu tempo. O filme ruim pelos seguintes motivos;
UM- A trilha sonora é uma droga.
DOIS-Budapeste não é um lugar legal. Podia ser Paris.
TRÊS- Eles falam em húngaro e húngaro é entediante.
QUATRO-Sexo explícito quando o cara é feio é muito ruim. Não rola!
CINCO-O personagem mais legal do filme é um advogado que só aparece em uma cena. A melhor cena do filme.
SEIS- O filme é baseado num livro de Chico Buarque.
Depois de quase dormir na cadeira do cinema fui espairecer numa festa junina, precisava esquecer aquelas cenas. Principalmente uma das últimas quando o autor do livro em que o filme se baseia aparece. Chico Buarque de Holanda não perderia a chance que aparecer na telona, né?
Um abraço,
Srta. Valentim.

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